Nas indústrias transformadoras, o indicador de confiança manteve a tendência negativa, retomada em Abril, e atingiu um novo mínimo histórico, principalmente devido às opiniões negativas sobre a procura.
A procura interna atingiu em Maio um novo mínimo histórico, enquanto a procura externa manteve a tendência de desagravamento, ainda que este indicador se mantenha em níveis historicamente baixos, segundo o INE.
No comércio, o indicador de confiança manteve em Maio uma evolução negativa, enquanto na construção e obras públicas o indicador de confiança retomou a evolução negativa interrompida em Abril e atingiu um novo mínimo da série.
Nos serviços prestados às empresas, o indicador de confiança voltou a baixar em Maio, com agravamento acentuado face ao valor de igual mês de 2002, e a generalidade dos indicadores apresentou-se bastante mais negativa no mês passado.
O INE assinala que se verificaram quebras muito acentuadas nas apreciações dos empresários sobre a actividade no mês, a carteira de encomendas, o emprego e o volume de vendas.
O subsector de transportes aéreos destacou-se por ser o único a perspectivar evoluções positivas na procura e na criação de emprego.
Pessimismo dos empresários portugueses agravou-se em Maio
03/06/2003
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