A CPCI – Confederação Portuguesa da Construção e do Imobiliário, vai ser recebida na próxima segunda-feira, dia 16 de Janeiro, pelo Primeiro-Ministro, em audiência marcada para as 11.00 horas. A atual situação do setor da Construção e do Imobiliário, atividade que atravessa a pior crise de que há memória, será o tema desta reunião.
Num momento em que se completou décimo ano de crise, marcada pelo elevado número de empresas da construção e do imobiliário declaradas insolventes – desde 2007, já desapareceram 6.363 empresas de construção – e pelo número de postos de trabalho eliminados – desde 2002, e até ao final do terceiro trimestre do ano de 2011, perderam-se 245 mil empregos – a Confederação aponta para a situação de total indefinição em que o setor se encontra.
Encontrando-se em risco mais 140 mil postos de trabalho no setor, a CPCI considera fundamental que o Governo português adote soluções urgentes, que permitam salvaguardar o futuro das empresas e dos seus trabalhadores, evitando a desagregação do tecido empresarial e a destruição do emprego que assegura.
A Confederação termina, reafirmando que, sendo imprescindível estimular rapidamente a economia e o emprego, tal só será possível, à semelhança do que sucede nos demais países desenvolvidos, com o contributo da Construção e do Imobiliário.
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